sábado, 24 de agosto de 2013

Nosso medo de brilhar

Olá,

Já perceberam como as vezes somos incapazes de mudar algo que nos incomoda? Não digo algo externo, mas coisas que nós fazemos, ou agimos, e que tem como consequência algo ruim?

Muitas vezes, mesmo em situações ruins, somos forçados por algo a ficar nessa situação impedidos de crescer. Existem muitos motivos para isso e hoje vou falar de um deles. Nosso medo de brilhar.

Eu sei que parece estranho, como podemos ter medo de brilhar? Como podemos ter medo de ser bom em alguma coisa? Não seria o medo de não ser bom em alguma coisa? 

Na verdade, dentro de cada um de nós, existe algo que tenta nos convencer que somos incapazes, que não somos dignos, que não merecemos brilhar. Esse é o nosso medo de ser feliz, nosso medo de exercer tudo o que podemos exercer. Nosso medo de tentar.

A autora do livro A Return To Love: Reflections on the Principles of a Course in Miracle, Marianne Williamson, retrata isso nessa passagem de seu livro:
“Our deepest fear is not that we are inadequate. Our deepest fear is that we are powerful beyond measure. It is our light, not our darkness that most frightens us. We ask ourselves, Who am I to be brilliant, gorgeous, talented, fabulous?”

Tradução:

Nosso medo mais profundo não é o fato de sermos incapazes. Nosso medo mais profundo é de sermos ilimitadamente poderosos. É a nossa luz, e não a nossa sombra, que mais nos assusta. Nós nos perguntamos, quem sou eu para ser brilhante, lindo, talentoso, fabuloso?

Toda vez que você se sentir impedido de agir de modo a seu favor, se lembre que isso é apenas um medo, é apenas uma criação da nossa mente para nos proteger de algo desconhecido. Que somos todos brilhantes e apenas nós mesmos somos capazes de nos impedir. Cada um tem um potencial gigantesco, que você pode ser algo muito maior do que você é.

Continuando o trecho da Marianne Williamson:

"Actually, who are you not to be? You are a child of God. Your playing small does not serve the world. There is nothing enlightened about shrinking so that other people won’t feel insecure around you. We are all meant to shine, as children do. We were born to make manifest the glory of God that is within us. It’s not just in some of us; it’s in everyone. And as we let our own light shine, we unconsciously give other people permission to do the same. As we are liberated from our own fear, our presence automatically liberates others.”

Tradução:
Na verdade, quem é você para não ser? Você é um filho de Deus. Se fingir de pequeno não ajuda o mundo. Não há nada de valoroso em se diminuir para que as outras pessoas não se sintam inseguras perto de você. Nos todos fomos feitos para brilhar, como crianças fazem. Nós nascemos para manifestar a glória de Deus dentro de cada um. Não é apenas em alguns de nós, é em todos. E se nós deixarmos nossa própria luz brilhar, nós inconscientemente damos a permissão para que as outras pessoas também o façam. Ao se liberar de nossos próprios medos, nossa presença automaticamente liberta os outros.

Quem te inspira? O que te inspira? São coisas sem sentido ou são atitudes feitas por pessoas que se deixaram brilhar? Como você se sentiu quando brilhou?

Comece a ponderar suas atitudes, seus motivos, seus medos. Entenda que o medo é um processo de defesa do ser humano e é algo extremamente necessário mas nossa mente não entende muito bem do que ela deve nos proteger. É o seu trabalho, de um ser consciente, de decidir quando o medo é necessário ou quando o medo deve ser vencido.

Quando alguém perguntar algo e você souber a resposta, responda.
Quando alguém precisar de ajuda e você souber ajudar, ajude.
Quando você entender o que você precisa fazer para ser mais feliz, faça.

É em cada passo desse que nos tornamos mais felizes. É em cada atitude dessa que nos tornamos pessoas melhores, tornamos o mundo melhor. 

Sinta-se livre para brilhar, para dar o seu máximo, para ser feliz.

Para finalizar, deixo um vídeo sobre “Pep Talk” que é um termo em inglês traduzido como discurso motivador.

Vídeo Original:

https://www.youtube.com/watch?v=l-gQLqv9f4o
 Vídeo Legendado:
Obs:

Depois que eu escrevi esse texto, eu o li novamente, para ver como ficou e pensei : “É, esse texto não ficou muito bom, acho que não vou postar”. Quase desisto, e quer saber de uma coisa?
É o primeiro texto que eu escrevo, é claro que não ficou ideal, estou começando isso, não vou deixar meus medos me impedirem de fazer algo que quero fazer. Se eu tivesse achado o texto excelente, teria algo errado, aí sim seria estranho. Não tenha medo de dar o primeiro passo, não tenha medo que o primeiro passo não seja ideal, não tenha medo de tentar.

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